O uso de adequadas técnicas de visualização permite obter maiores informações sobre os fenômenos que se desenvolvem nas diferentes escalas (1D e 3D) do sistema cardiovascular. Diversas possibilidades estão disponíveis aqui para levar a cabo este objetivo.

Através da visualização do campo de velocidade é possível entender a estrutura do escoamento do sangue e, portanto, indicar de maneira prematura o potencial desenvolvimento de diferentes doenças (ex.: arteriosclerose). Para tanto são fornecidas diferentes ferramentas que permitem visualizar campos vetoriais como serem perfis de velocidade e linhas de corrente, dentre outros.


Por outro lado, a visualização do campo de pressão no volume permite identificar possíveis regiões de recirculação e, em conseqüência, de possível fluxo estagnado assim como de elevados tempos de residência das partículas.


O pós-processamento da solução para recuperar o campo de tensão também se encontra disponível. Com este campo de tensão computam-se indicadores como serem o OSI e o WSS que dão informações sobre o comportamento oscilatório e médio das tensões de corte. Estas informações podem ser correlacionadas, por exemplo, com fatores de risco para avaliar a ruptura de aneurismas assim como com a tendência à deposição de placas de ateroma.