Estabelecer relações hierárquicas entre modelos 3D e 1D deriva nos denominados modelos 3D-1D acoplados que, por sua vez, compreendem todas as potencialidades de cada um dos modelos componentes. Portanto, faz-se possível modelar a complexa interação entre fenômenos de natureza global e local.

Uma vez que os modelos 3D e 1D foram adequadamente calibrados às necessidades da simulação, estes são acoplados por meio de ferramentas específicas para interpretar as relações entre os nós 1D e os correspondentes contornos entrantes/salientes da geometria 3D.


As inter-relações entre os nós 1D e os contornos 3D são criadas uma a uma. Isto é feito selecionando o nó de interesse e logo escolhendo o contorno específico da geometria que se encontra agrupado dentro de uma lista de possíveis superfícies de acoplamento. Apesar desta classe de informação envolver a relação entre um nó 1D e uma única superfície 3D, a mesma é transformada em uma conectividade especial envolvendo o nó 1D e todos os triângulos que estão sobre a superfície em questão.


A simulação e o cálculo de soluções numéricas é realizado, assim como nos casos 1D e 3D, por meio do emprego de diferentes técnicas de aproximação baseadas no Método dos Elementos Finitos.