Plataforma Tecnológica das cadeias Produtivas de Software e Tecnologia da Informação da Região Serrana III do Estado do Rio de Janeiro
Data Início:
01/02/2002
Equipe:
Alney Alexandre Alves Antunes
Camilo Garrido Neto
Claudia Porto
Jacques de Botton
Jayme Batista dos Reis
Marcelo Gonçalves do Amaral
Maria Cristina Franca Mello
Marilene Carvalho
Paulo Monteiro Cerqueira
Instituições Envolvidas:
Federação das Industrias do Estado do Rio de Janeiro - FIRJAN
Fundação Parque de Alta Tecnologia de Petrópolis - FUNPAT
Prefeitura Municipal de Petrópolis - PMP
Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado do Rio de Janeiro - SECT
Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas - SEBRAE
Universidade Católica de Petrópolis - UCP
Órgãos Financiadores:
FAPERJ
FINEP
Resumo:
Gerar uma dinâmica de desenvolvimento econômico e criar um ambiente inovador, melhor dizendo, favorecer a interação entre instituições e organizações econômicas que vão promover a desejada inovação.
Considerando que a plataforma é o instrumento eficiente que vem sendo utilizado para determinar os gargalos tecnológicos, de forma que possam ser estabelecidos, no âmbito de redes regionais ou locais de inovação, projetos cooperativos bem definidos e amplamente aceitos, gerados a partir de intenso programa de debates e obtenção de consenso, como metodologia operacional base das plataformas. O projeto Plataforma terá um coordenador geral e um comitê formado pelas instituições FIRJAN, FUNPAT, LNCC, PREFEITURA DE PETRÓPOLIS, SEBRAE/RJ, Representante do Setor Educacional e Núcleo SerraSoft. O coordenador geral será o representante do LNCC, responsável pela administração dos recursos e contará com o apoio de técnicos das insituições envolvidas, para a organização, acompanhamento e implantação das etapas da plataforma, procurando em conjunto otimizar os recursos do projeto. Foram realizadas reuniões com os empresários locais para definição dos gargalos e as ações estratégicas para sua solução. Com a mudança do Governo, em Julho de 2002, houve uma reestruturação do Projeto, tendo como base o Roteiro para Enquadramento de Arranjos Produtivos do MCT.
Público Alvo
Empresas produtoras de software e demandantes destes produtos. Serão beneficiadas, a princípio 50 empresas e 5 intituições de ensino/pesquisa.





